19 de Abril: os 25 Anos do CDO Clube do Design de Onibus!

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19 de Abril: os 25 anos do primeiro clube de registro histórico formado por admiradores de carrocerias de Ônibus no Brasil: o CDO CLUBE DO DESIGN DE ÔNIBUS! Na ocasião, sem o advento da internet, a comunicação era realizada pelos métodos como correspondência e telefonemas, bem como a utilização de filmes fotográficos e máquinas mecânicas (com alto custo…totalmente diferente dos nossos dias atuais). Foi fundado pelos admiradores: Helio L Oliveira, Marcelo Castilho, Marcos Amaral, Luis Paulo Gião e Dra. Renata Simões (área jurídica).  Ainda na época esses pioneiros trocavam “correspondências” com fotografias e “catálogos” comerciais das industrias do setor.

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Mundialmente eram 276 fábricas espalhadas pelos cinco continentes… Mas no final da década de 70 o CDO tinha por objetivo formatar as maiores informações possíveis sobre o universo do ônibus, no Brasil e do mundo. Aqui em “terra brasilis” quem dominava o mundo das carrocerias eram os “tradicionais monoblocos da Mercedes-Benz”, das versões em “ferro” e de “alumínio”, bem como as carrocerias da Marcopolo, da Nielson, da Caio (da antiga administração), da Incasel (primária da Comil) e a Ciferal (tanta a matriz carioca como a filial “Paulista” que passaria a se chamar “Condor”). Outras encarroçadoras dividiam o mercado nacional de Ônibus, com destaque: a Eliziário e a Invel (ambas gaúchas, incorporadas pela Marcopolo), a Caio-Norte e a Caio Rio (respectivamente, de Jaboatão dos Guararapes e Rio de Janeiro), a Reciferal (a Ciferal “nordestina” de Recife) e a Marcopolo Minas (localizada em Betim, MG) – todas fabricantes!

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Anos mais tarde ingressariam para o segmento as encarroçadoras Cobrasma (de Osasco) e a Thamco (de SP). No inicio dos anos 80 todas elas construíam uma média anual de 10 mil carrocerias e ainda uma produção de cerca de 2,9 mil unidades do consagrado “Monobloco da Mercedes”. As associadas da FABUS Associação Nacional dos Fabricantes de Carrocerias de Ônibus produziam modelos com janelas inclinadas, laterais dos coletivos em chapa frisada e muitas delas se dividiam em unidades de estrutura de ferro (cerca de 70%) e as carrocerias de “alumínio” (aquelas que recebiam em suas janelas laterais as tradicionais “cruzetas” com rebites.

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Os bancos eram montados em material resistentes e “pasmem”: todos os modelos nacionais tinham “cinzeiros a bordo” (nas costas das poltronas ou nos braços das mesmas…). Internacionalmente a fabricante de ônibus “Ikarus” da antiga e ex-Iugoslávia era a maior do mundo: saiam de seus portões industriais cerca de 25 mil unidades/ano…

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Bons tempos aqueles… Na comparação com os dias atuais, muita coisa então mudou… O CDO assim registrava todos esses detalhes. Foi o primeiro clube registrado por admiradores de carrocerias no Brasil e na América Latina. Nisto já se passam duas décadas e meia de história… (Por Thiago L M Oliveira, de Buenos Aires, Argentina – Correspondente para a REVISTA INBUS TRANSPORT Brasil – Fotos & Imagens: Arq CDO/Inbus Transport/NOP-Bus/FotoFrotista)

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