Produção nacional de carrocerias de ônibus: 2014 foi um ano atípico.

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O Brasil e sua pujante indústria de carrocerias de ônibus produziu em 2014: 27967 unidades. A Marcopolo atingiu a produção anual com 6047, seguidos de: Marcopolo Rio: 4940 unidades. A maior fabricante de ônibus urbano nacional construiu a partir de Botucatu (interior de SP) 7715 modernos e novos coletivos.

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A gaucha Comil atingiu a produção de 3107 unidades, seguidos de : Mascarello com 2607 ônibus e da Irizar (a única que produz ônibus rodoviário em sua linha de produção) com 635 unidades.  A Neobus atingiu a meta produtiva de 2916 coletivos, entre urbano e rodoviário.

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Assim a indústria brasileira absorveu 59,72% com carrocerias urbanas, seguidos de: rodoviárias 20,68%, micro: 12,73% e as versões intermunicipais com 6,88%.

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[Helio Luiz de Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Fotos: NOP-Bus/Inbus Transport/AutomotivePress

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Volare Access: acessibilidade agora começa pelo micro…

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A VVL apresentou o primeiro minionibus com piso baixo e motor posicionado na traseira do veículo, inaugurando assim uma nova etapa da encarroçadora que faz parte do Grupo Marcopolo. O moderno veículo possui a acessibilidade como fundamental importância para ser operado nas capitais e grandes cidades brasileiras.  Batizado de “Access” o novo Volare tem como diferencial o piso baixo (“Low Entry”) e o pioneirismo da marca. A versão atende as recomendações técnicas dos principais gerenciadores de transporte do País, como a SPTrans. Também como novidade está a motorização traseira da série Cummins ISF 3.8 de 162 cv de potencia (transmissão mecânica Eaton FSO 4505 C de cinco marchas e direção hidráulica). Com a maior área envidraçada (que se destaca na grandiosidade do modelo) o “Access” pode acompanhar uma dimensão complementar de até 9 m de comprimento (e ainda: altura externa de 3,13 m e largura de 2,36 m). “Desenvolvemos um produto inovador e com fortes características para atender a acessibilidade que é um tema muito importante na atualidade do transporte nas grandes capitais e cidades do mundo” – enfatizou Roberto Poloni, gerente de engenharia da VVL. Com as mesmas formatações do “W9” o minionibus urbano de piso baixo é apresentado com suspensão “full air pneumática” e um sistema total de rebaixamento (diferente do ajoelhamento convencional dos ônibus maiores) que facilita o embarque/desembarque dos passageiros e usuários que necessitam das práticas efetivas do transporte seguro e confortável. Outro ponto de destaque do modelo apresentado a gerenciadora paulistana SPTrans, o posto do motorista fica a 560 mm do piso interno do “Access” – numa área totalmente adequada para o operador em suas tarefas diárias (nisto o layout permite uma área livre de 4,08 m2). “No estágio normal o Access parte de 335 mm para 215 mm na posição rebaixada, além de contar com a rampa de acesso tradicional dos modelos urbanos” – enfatizou Poloni. Já a suspensão “full air” possui seis bolsas (quatro delas no eixo traseiro e duas no eixo dianteiro) e suaviza os impactos e as vibrações das irregularidades do piso das vias por onde o coletivo circular. “Iniciamos o projeto do Access em 2013 e a produção começa efetivamente em fevereiro” – relatou o gerente de engenharia da VVL. Com maior espaço interno o “Access” em configuração e layout bem definido pode transportar até 35 passageiros além do cobrador do veículo (altura interna de 2340 mm a partir do plano rebaixado, 1910 mm na posição do eixo traseiro e largura nominal de 2260 mm). O modelo ainda conta com espaço para PCD (Pessoa com Deficiência e mobilidade reduzida) e em versões mais adequadas pode transportar até cinco cadeirantes. Na edição escolar vai de 16 até 21 poltronas em atendimento aos alunos transportados. Helio L Oliveira, editor MTb 69429SP, de SP – Foto: Tecnifoto/Secco Comunicação Ass. Imprensa Marcopolo.

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Ar Condicionado em ônibus paulistano: até 2018, toda a frota com o uso do aparelho que é necessário nos dias quentes!

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A frota paulistana de ônibus com ar condicionado é de 60 atuais e modernos coletivos. Para o prefeito da maior cidade do País o ideal é que: “toda a frota esteja com o aparelho de ar condicionado em 2018”. Os coletivos que circulam na cidade totalizam 14,8 mil coletivos – desses, 30% (pouco mais de 4445 são versões microonibus). Eduardo J Oliveira, editor 15675SP, de SP – Foto: NOP-Bus/Imprensa 979

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Transporte noturno em SP ganha adesões e impulsionará comércio.

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A cidade de SP a partir da segunda quinzena de fevereiro vai contar com 140 ônibus que circularão no horário noturno, entre meia-noite até as primeiras horas da manhã. Antiga reivindicação da sociedade paulistana, o transporte da madrugada visa atender os profissionais do comercio que necessitam do deslocamento fora do horário convencional do grande comercio paulistano. As linhas atendidas são as principais do sistema operado pela SPTrans, que irão atender as regiões leste, sul, oeste e parte da norte. As linhas deverão atender aos horários pré-estabelecidos em intervalos máximos de trinta minutos. Adamo Bazani, editor MTb 31521SP, de SP – Foto: Inbus Transport/NOP-Bus

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Motorista de Ônibus!

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Com a publicação da Resolução n° 493 do CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito, a carga horária das aulas práticas para a primeira habilitação na categoria B (para carros) aumentou de 20h para 25h. Com a mudança (além da ampliação da carga horária), serão também utilizados os simuladores para o período noturno (porém sem obrigatoriedade deste último). A nova resolução exige um mínimo de 25 horas/aula, das quais 5 horas/aulas terão que ser, obrigatoriamente, no período da noite para quem vai tirar pela primeira vez a sua CNH Carteira Nacional de Habilitação. Já quem vai fazer a adição para a “Categoria B”, a nova resolução diz que é necessário ter no mínimo 20 horas/aula, das quais quatro devem ser à noite. No caso da moto (Categoria A), é exigida 20 horas/aula, sendo que quatro dessas devem ser também no período da noite. Para adição da categoria na carteira são exigidas 15 horas-aula (três no período noturno). Equipe Inbus Transport – Redação. Fotos: Divulgação.

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CNH: motoristas de ônibus também devem atender as novas regulamentações!

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Com a publicação da Resolução n° 493 do CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito, a carga horária das aulas práticas para a primeira habilitação na categoria B (para carros) aumentou de 20h para 25h. Com a mudança (além da ampliação da carga horária), serão também utilizados os simuladores para o período noturno (porém sem obrigatoriedade deste último). A nova resolução exige um mínimo de 25 horas/aula, das quais 5 horas/aulas terão que ser, obrigatoriamente, no período da noite para quem vai tirar pela primeira vez a sua CNH Carteira Nacional de Habilitação. Já quem vai fazer a adição para a “Categoria B”, a nova resolução diz que é necessário ter no mínimo 20 horas/aula, das quais quatro devem ser à noite. No caso da moto (Categoria A), é exigida 20 horas/aula, sendo que quatro dessas devem ser também no período da noite. Para adição da categoria na carteira são exigidas 15 horas-aula (três no período noturno). Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP – Foto: Divulgação.

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Ônibus: extintores modernos devem equipar também os coletivos!

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Desde 1º. de janeiro de 2015, todos os veículos nacionais em circulação no País devem possuir em seu interior o novo tipo de extintor, chamado de “ABC” – equipamento que é capaz de apagar incêndios de grande variedade e compostos de materiais. As medidas fazem parte da Resolução 333 do CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito (datada de 6 de novembro de 2009). Até então, todos os veículos poderiam ser equipados com os extintores do tipo “BC” (indicado para materiais como líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos). O extintor “ABC” combate os incêndios em madeira e tecidos – materiais esses muito comum utilizados nos atuais modelos de carros. Apenas veículos de ano/modelo anterior a 2004/2005 precisam realizar a substituição dos extintores. Isso porque, Também desde 2005, todos os veículos novos já saem de fábrica com os equipamentos do tipo “ABC”, de acordo com a Resolução 157 do Contran (de 22 de abril de 2004). O novo tipo de extintor custa em média R$ 80 e tem validade de cinco anos. Quem circular com o extintor fora das especificações (seja do tipo de aparelho ou da validade) comete uma infração grave, cuja multa é de R$ 127,69 e inclusão de cinco pontos na carteira CNH. Elias Marques, editor MTb 49162SP, de SP – Foto: Arq. NOP-Bus

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