Viação Cometa atualiza serviço na linha entre SP x Curitiba com moderno ônibus “DD”.

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Cometa inaugura em linha interestadual os novos rodoviários “DD” com o serviço GTV na rota SP x Curitiba. Os moderníssimos ônibus realizam viagens diárias nos dois sentidos – sempre saindo das capitais de SP e do PR no horário executivo, permitindo assim que os clientes e passageiros cheguem a seus destinos nas primeiras horas com total conforto e segurança. Os rodoviários são montados na carroceria Marcopolo DD Paradiso 1800, sobre chassi Scania 8×2 da série Euro 5 com 440 cv de potencia. [Ronaldo dos Santos, editor MTb 9529PR, de Curitiba, PR – Foto: FotoFrotista]

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Biobus: paranaenses aprovam moderno ônibus hibrido elétrico na região metropolitana!

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A Auto Viação São José do PR está testando o Biobus – coletivo elétrico híbrido de fabricação chinesa na linha intermunicipal São José dos Pinhais – bairro Urano / Curitiba – Terminal Nossa Senhora do Guadalupe. “O ônibus não necessita de baterias. Toda a energia gerada pelo motor diesel vai para os chamados supercapacitores. A eliminação das baterias vemos como uma grande vantagem. A começar pelo custo da mesma que é muito alto. Depois, as baterias ocupam mais espaço no ônibus reduzindo a área útil e também elas são mais pesadas, o que influencia no desempenho operacional. Os supercapacitores são mais leve e ficam na parte superior do ônibus. Há também com as baterias o problema do descarte ao fim de sua vida útil, é um material que pode trazer riscos ambientais” – explicou o diretor de operações da Auto Viação São José, Dante Luiz Franceschi Filho.

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O ônibus é um elétrico híbrido em série, ou seja, o motor a diesel só é utilizado para a geração de energia para o propulsor elétrico, com um destaque: o motor diesel não fica ligado o tempo todo durante a operação do ônibus e seu acionamento independe da velocidade empreendida pelo coletivo [como ocorre com o ônibus elétrico híbrido de tecnologia paralela, quando os dois motores: combustão e elétrico são responsáveis pela tração do veículo]. São duas unidades que circulam aproximadamente 20 mil km cada uma, transportando passageiros desde o primeiro trimestre deste ano. “A propulsão do ônibus é 100% elétrica. E por causa deste sistema de acionamento do motor diesel, percebemos que ele chega a ser 30% mais econômico em relação aos ônibus elétricos híbridos que estão disponíveis no mercado. A comparação nem é em relação ao ônibus diesel convencional. Neste caso, o motor diesel é acionado em menos de 60% das operações e o coletivo fica ligado por poucos segundos a cada vez” – enfatizou o executivo da empresa que atua na RIT – Rede Integrada de Transporte, de Curitiba e Região Metropolitana.

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Antes mesmo, o “Biobus” havia circulado com vários testes operacionais, entre ele com galões de água e sacos de areia simulando o peso de lotação de um ônibus. “O ônibus é silencioso, macio, possui suspensão a ar, Wi-Fi, ar-condicionado, não há transmissão, disco de embreagem e uma série de itens e componentes que aumentam o conforto para o motorista, cobrador e passageiros, isso sem contar da principal vantagem que é uma redução significativa na emissão de poluentes, um dos grandes problemas em todas as cidades” – ponderou Dante. O diretor de operações da Auto Viação São José vê como vantajosos alguns diferenciais do modelo: motor-gerador padrão Euro V e biocombustível [melhor relação consumo/potência, sendo econômico], sistema de recarga inteligente e uma boa autonomia.

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“Não é necessário recarregar as baterias de um ônibus que hoje oferecem autonomia de 250 km. Aqui em Curitiba e região, isso seria um problema, já que 25% das linhas apenas têm este total percorrido por dia. Por exemplo, na linha onde o Biobus circula, por dia a operação somada de 450 km. Se fosse um veículo a bateria, ele teria de parar no meio do serviço. Este modelo tem autonomia de cerca de mil km por causa do tanque do diesel. A autonomia da parte elétrica é ilimitada, já que a geração de energia é da própria operação do veículo” – completou o diretor da São José. [Ronaldo dos Santos, editor MTb 9529PR, de Curitiba, PR – Repórter Fotográfico ARFOC PR Reg Matr: 0010 PR – Fotos: Divulgação/AVSJ/FotoFrotista PR/NOP-Bus]

Coletivos urbanos de Curitiba, no PR.

Segundo dados da Urbs Companhia de Urbanização de Curitiba – gestora e responsável por administrar o sistema de transporte coletivo, no ano de 2000 circulavam na capital do PR cerca de 1756 ônibus do sistema de transporte público. Em 2013, esse número passou para 1930 coletivos. Desde o final do século passado, a frota de ônibus operante avançou apenas 9,9%. Já a frota de coletivos quase dobrou. O transporte urbano de Curitiba – exportado para várias capitais principalmente pela adoção dos ônibus biarticulados, estações tubo e sistema de canaletas exclusivas, parece que não conseguiu acompanhar o próprio desenvolvimento proposto. Também com os dados do IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população local atual é composta por 1848946 habitantes [conforme números do Censo de 2010], contra 1587315 habitantes em 2000. A frota de veículos na cidade e com a proporção do número de habitantes é de 1 automóvel para cada 1,3 habitantes.

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Nessa ultima década a frota circulante de veículos na capital curitibana aumentou 97,83%: segundo o Anuário Estatístico do Detran Departamento Nacional de Trânsito o numero de unidades automotivas [circulante] passou de 674781 [em 2003] para 1334984 veículos [em 2013]. Mas com os números alarmados do processo de movimentação, no quesito de ampliação e modernização do sistema de transporte público foi de baixo índice – aumentou-se a população, mas não melhorou o serviço [o sistema transporta mais e 2 milhões de pessoas/dia, ligando todas as regiões da bela Curitiba]. O aumento do número de usuários na RIT Rede Integrada do Transporte [implantado como revolucionário e pioneiro em 1974] torna-se uma questão de forte desafio para os técnicos e o governo administrativo [são 81 km de canaletas exclusivas, garantindo a circulação viária do transporte coletivo]. A pasta dos transportes passa a ter uma posição mais preocupante. Atualmente, o Sistema Integrado de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana garante a integração físico-tarifária entre 14 municípios da Grande Curitiba – mas isso não é suficiente para garantir o deslocamento populacional. Por Ronaldo dos Santos, editor MTb 95429PR, Repórter Fotográfico ARFOC PR Reg Matrc.: 0010 – Foto: FotoFrotista

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